segunda-feira, 17 de novembro de 2008


Dizem que personagens são as representações de um coração que se (de)bate sozinho...

 


Ontem à noite uma canção me lembrou você. Tava tocando com uns amigos e ela apareceu e trouxe junto um filme com um monte de histórias e um monte de crônicas inviabilizadas pelo tempo... mas foi uma recordação boa e terna, como se algo nobre me assaltasse por um instante, me elevando por alguns segundos para que eu não me afogasse...

 

 


 

Não podemos ler o que nos toca?


Então, será que poderemos tocar o que lemos?


 

Sem festival, apenas atividades de cunho acadêmico. Essa é minha alcova, sem correntes ou grades, aqui pareço (e padeço) estar de bom grado.


Amigos que eu não conhecia estão em minha casa, algumas pessoas chamam isso de intercâmbio.

 


 

Dentre outras coisas, eu começo a olhar sério para as coisas e para o tempo. (Comprei até um relógio para ver o quanto eu estou atrasado.) Eu descobri onde alguns dos meus medos se escondem, não sei quais são, mas sei onde se escondem... Hoje decido que não tenho mais medo dos meus medos e desafio a verdade a ser mais sincera que essas palavras... Eu tenho um livro de páginas em branco e algumas palavras só existem na primeira pessoa do plural...


Saudade é, talvez seja, a primeira delas...



2 comentários:

  1. Bom, eu até concordo, mas acho que dizer que o amor é clichê é tão clichê quanto ele próprio. Ainda bem que não me preocupo com essas coisas. Escrevo o que vem de dentro (e pra dentro) e não de fora. Minha escrita não tem pretensão alguma, apenas ser minha.

    ResponderExcluir
  2. Belo texto, sincero e intenso como os sentimentos que descreve. Meus parabéns. Abracos...

    ResponderExcluir

Rupturas no silêncio...